Olá a todos!!! Saludos!!!
Amanhã acontecerá uma partida, que pretende premiar as duas equipes do século: Real Madri (Europa) e Peñarol (América do Sul). Além de comemorar os 50 anos da primeira final intercontinental disputada por essas duas equipes. Estou ansioso para ver como se comporta o Peñarol, diante de uma equipe muito mais qualificada que o atual rival da equipe carbonera.
A base da equipe é praticamente a mesma que foi campeã uruguaya. Estou seguro que sentirá falta de Gastón Ramirez e Urretaviscaya, dois excelentes jogadores, mas a principal falta será do treinador,que antes de tudo era um "manya" de carteirinha.
O Real Madrid é uma excelente equipe e todos nós conhecemos, mas creio que valerá (apesar de ser uma partida amistosa) a raça uruguaya, evidente em Arevalos Rios, Aguirregaray e Recoba, além da habilidade do atacante Toni Pacheco!!!
Assim...amanhã estarei de amarelo e preto...como bom carbonero!!!kkkkkkk
Vamos Arriba Peñarol!!!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
O esporte ensina
O bloguista reconhece ser mais presente a todos os leitores e companheiros do blog. Aproveito a oportunidade do por quê eu gosto tanto do futebol. Entre alegrias, decepções e muitas emoções (he,he,) existe algo que me atraí a este esporte tão rico de vida en sua essência.
Este semana em jogo da Liga Europa algo me chamou a atenção e me fez prosseguir em minha fissura futebolística. Na Rússia houve o encontro entre o lanterna do russão o Sibir Novossibirsk e o líder do holandês o tão renomado PSV Eindhoven. Até aí nada de mais, pois a imprensa internacional esperava uma surra do aplicada pelo time dos Países Baixos, só que a história foi a seguinte 1x0 para o Sibir com gol do heroí Degtyarev no último minuto de jogo.
O PSV ainda é favorito, porém o pequeno grande Sibir nos transmite uma preciosa lição.
É isto que ainda me atraí ao esporte, a lição de que somos capazes de vencer, mesmo frente a grandes dificuldades, e isto na vida de um modo geral.
Você pode vencer também!
ALberto Lima
domingo, 8 de agosto de 2010
As Estrelas do Universo Futebolístico Brasileiro!!!
Olá a todos!!!
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Quero sugerir aqui uma proposição a poderosa Confederação Brasileira de Futebol (CBF): oficializar um critério para que os clubes ostentem estrelas ao seu distintivo.
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Na Itália, por exemplo, os clubes ganham o direito de acrescentar estrelas ao emblema a cada dez títulos do campeonato nacional da primeira divisão, o “Calcio”. Por isso só Juventus, Milan e Internazionale detêm tal privilégio. E olhe que o campeonato da “velha bota” é disputado desde o século XIX.
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Aqui, se ganha uma copinha aqui, um torneiozinho ali, e os clubes “estrelizam” suas camisas. Do jeito que a coisa vai, em breve, na camisa de alguns clubes não poderemos distinguir nada em seu manto tradicional.
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É aqui que proponho uma regra simples para a CBF. Considerar a natureza específica de nosso país, sua diversidade futebolística e histórica. O critério seria basicamente esse:
1 – Atribuir uma estrela dourada apenas sobre os emblemas/escudos dos clubes que obtiverem alguns títulos:
a) Campeonato Estadual;
b) Campeonato Regionais oficiais (Rio-São Paulo, Copa Sul-Minas, Nordestão, Norte-Nordeste, etc.);
c) Campeonato Nacional oficial (Brasileiro da 1ª divisão, Copa do Brasil, Taça Brasil e Copa dos Campeões);
d) Copa Libertadores da América;
e) Campeonato Mundial.
2 – Atribuir uma estrela prateada para alguns títulos de relevância secundária aos similares na mesma faixa. Porém, caso o clube ganhe o de maior destaque, esta estrela trocaria para a cor dourada e não seria acrescentada outra. Vejamos:
a) Campeonatos Nacionais secundários (Brasileiro série B, C ou D, Taça de Prata);
b) Outros Campeonatos Sul-americanos (Copa Sul-americana, Supercopa, Conmenbol, Mercosul, Recopa, etc.);
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Essa minha proposta visa organizar uma demanda aleatória e determinar uma escala de relevância dos nossos clubes. Por exemplo, teríamos certeza de alguns clubes cinco estrelas do Brasil: Santos, São Paulo, Cruzeiro, Flamengo e Grêmio.
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Na Itália, por exemplo, os clubes ganham o direito de acrescentar estrelas ao emblema a cada dez títulos do campeonato nacional da primeira divisão, o “Calcio”. Por isso só Juventus, Milan e Internazionale detêm tal privilégio. E olhe que o campeonato da “velha bota” é disputado desde o século XIX.
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Aqui, se ganha uma copinha aqui, um torneiozinho ali, e os clubes “estrelizam” suas camisas. Do jeito que a coisa vai, em breve, na camisa de alguns clubes não poderemos distinguir nada em seu manto tradicional.
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É aqui que proponho uma regra simples para a CBF. Considerar a natureza específica de nosso país, sua diversidade futebolística e histórica. O critério seria basicamente esse:
1 – Atribuir uma estrela dourada apenas sobre os emblemas/escudos dos clubes que obtiverem alguns títulos:
a) Campeonato Estadual;
b) Campeonato Regionais oficiais (Rio-São Paulo, Copa Sul-Minas, Nordestão, Norte-Nordeste, etc.);
c) Campeonato Nacional oficial (Brasileiro da 1ª divisão, Copa do Brasil, Taça Brasil e Copa dos Campeões);
d) Copa Libertadores da América;
e) Campeonato Mundial.
2 – Atribuir uma estrela prateada para alguns títulos de relevância secundária aos similares na mesma faixa. Porém, caso o clube ganhe o de maior destaque, esta estrela trocaria para a cor dourada e não seria acrescentada outra. Vejamos:
a) Campeonatos Nacionais secundários (Brasileiro série B, C ou D, Taça de Prata);
b) Outros Campeonatos Sul-americanos (Copa Sul-americana, Supercopa, Conmenbol, Mercosul, Recopa, etc.);
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Essa minha proposta visa organizar uma demanda aleatória e determinar uma escala de relevância dos nossos clubes. Por exemplo, teríamos certeza de alguns clubes cinco estrelas do Brasil: Santos, São Paulo, Cruzeiro, Flamengo e Grêmio.
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O que acham? Enviarei tal proposta a CBF.
O que acham? Enviarei tal proposta a CBF.
domingo, 25 de julho de 2010
Mano Menezes e a seleção.
Olá a todos!!!
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E a CBF escolheu o novo técnico da seleção. O escolhido foi o Mano Menezes, do Corinthians. Felipão era o do "consenso" nacional. Muricy foi o principal na mira da entidade. Não deu nenhum dos dois. Deu Mano. Boa sorte para ele. E ele vai precisar muito dela...
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Por exemplo. Se ele cair na concepção que os títulos da Copa América, Olimpíadas, Copa das Confederações "não valem nada" e o que vale para o Brasil "é só a Copa do Mundo", como preconizam muitos da crônica esportiva, ele não dura muito. Estes títulos valem muito. As vitórias dão manutenção ao técnico da seleção. Estas competições passam a valer sempre quando o Brasil tem um desempenho pífio... Evidentemente, ganhar todas e não arrematar a Copa é jogar fora todo o destaque conseguido. Vejamos o "caso Dunga", por exemplo.
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Outra: Mano, não cai nessa de "renovação" a todo custo. Toda copa por si só determina uma renovação nas seleções. Jogadores saem e dão espaço a outros. Mas, a base tem que ser mantida. Prova viva foi essa nossa seleção nesta última copa que padeceu de personalidade e experiência na "hora H". Convocar os melhores, mesclando jovens e novatos com os mais experientes.
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Portanto, vamos lá Mano. E segura o rojão que o negócio aí não é mole.
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Um abraço a todos!!!
O Soerguimento do Futebol Baiano - Parte I
Olá a todos!!!
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Sou um entusiasta do futebol, torcedor apaixonado e um crítico, modestamente, atento. Começo por assim dizer para agora enquadrar a situação do nosso querido futebol baiano. Infelizmente - o meu lado crítico indica - hoje o futebol da Bahia é periférico e secundário. Quais as razões que nos coloca nesta situação??? Muitas!!! Buscarei discorrer o que penso ser determinante neste quadro e o que se feito ou acontecendo poderia soerguer o futebol da "Boa Terra".
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Rivalidades a parte (não escondo de ninguem que sou tricolor), o Vitória ganhando o título da Copa do Brasil contra o Santos daria um status diferenciado ao nosso estado no tocante ao futebol nacional. Poucas são as glórias nacionais do nosso estado. Os títulos nacionais do Bahia, as boas campanhas do Vitória. Aliás, poucas são as façanhas nordestinas em nível nacional.
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Caso o Vitória confirmasse o título da competição alcançaria a vaga para a Libertadores da América. A América voltaria a reconhecer que na Bahia tem futebol. Pelo menos em 2011...
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Imagino com este feito realizado e bem aproveitado uma motivação ao nosso futebol para o ano próximo. Um campeonato estadual mais motivado e organizado, os clubes da terra melhor estruturado para o Nordestão 2011 e estes mais respeitados nas competições nacionais futuras.
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Um outro efeito que espero com ansiedade e até mesmo indiferente ao resultado do Vitória na Copa do Brasil é a inspiração nos dirigentes do Bahia em perceber e compreender que o tricolor é uma força nacional e que também pode alçar voos elevados. Assim como os rivais gaúchos, Inter e Grêmio, queria ver os dois maiores da Bahia fazendo o mesmo: um querendo suplantar o outro com resultados, vitórias e rendimento.
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Vamos esperar pelas finais e seus resultados imediatos e futuros. Registre-se, apesar que analisando o retrospecto das equipes, o Santos é o mais habilitado ao título. Na minha opinião.
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Um abraço
terça-feira, 20 de julho de 2010
Demorei, mas voltei!!! Impossível ter postado antes, estava literalmente de férias!!!
Prometi que falaria do respeito e da paixão uruguaia pelo futebol, nada mais pertinente do que tratar disso agora, depois da belissima campanha da celeste nesse mundial.
A paixão uruguaya é uma dicotomia interessante, acreditam na vitória de sua equipe até que se encerre os 90, no entanto, quando se trata da seleção...a confiança fica aquém, bem aquém da paixão clubista. Dentre os quase 3 milhões de pessoas que vivem aqui, eu e Jana eramos os únicos a acreditar na celeste, tanto que defendi sua ida as quartas do mundial e nenhum uruguayo acreditava.
A bandeira dos times uruguayos fazem parte do cotidiano, são vistas em janelas de casa, em carros, em suas mesas de trabalho, em seu corpo tatuado e sempre em dias de jogos amarrada em seu corpo e agitadas nos 90 minutos da partida. Por aqui, pouco importa se tem milhões ou centavos, importa se defende o colorido de sua "remera" como se defende a sua própria honra.
Isso pôde ser visto por todos no mundial, a raça com que se joga futebol aqui é apaixonante. Recordo de uma propaganda antes do mundial que mostrava os bastidores do vestiário no jogo contra a Costa Rica (pela última vaga), onde o capitão Lugano dizia: "Tem milhares de pessoas lá fora e milhões no país, eles acreditam em nós, então companheiros...vamos por eles e vamos por esta" (e abraça a bandeira uruguaya) e finaliza "vamos meter!!!"
Acho que essa frase diz um pouco do compromisso desses caras com a seleção, demonstra que futebol está muito, mas muito longe dos milhões de euros, dólares ou reais, que futebol é lindo porque é apaixonante, mas não basta a paixão da torcida, tem que ter a paixão dos sujeitos diretos dessa ação!!!
Saludos a todos!!! Nos vemos (ou melhor leremos) em breve!!!
Marcelo Dias
P.S. Uma loja daqui se quebrou, vendou LCD e na promoção dizia que se o Uruguay chegasse as semi-finais devolvia 50% do valor...kkkkkkkkkkk
P.S. [2] E aquela mão de Luiz Soares? Única saída, verdadeira loteria e...todos já sabem como acabou!!! A celeste foi recebida com festa e frases do tipo: Celeste, gracias por regalarnos un sol!!!
Prometi que falaria do respeito e da paixão uruguaia pelo futebol, nada mais pertinente do que tratar disso agora, depois da belissima campanha da celeste nesse mundial.
A paixão uruguaya é uma dicotomia interessante, acreditam na vitória de sua equipe até que se encerre os 90, no entanto, quando se trata da seleção...a confiança fica aquém, bem aquém da paixão clubista. Dentre os quase 3 milhões de pessoas que vivem aqui, eu e Jana eramos os únicos a acreditar na celeste, tanto que defendi sua ida as quartas do mundial e nenhum uruguayo acreditava.
A bandeira dos times uruguayos fazem parte do cotidiano, são vistas em janelas de casa, em carros, em suas mesas de trabalho, em seu corpo tatuado e sempre em dias de jogos amarrada em seu corpo e agitadas nos 90 minutos da partida. Por aqui, pouco importa se tem milhões ou centavos, importa se defende o colorido de sua "remera" como se defende a sua própria honra.
Isso pôde ser visto por todos no mundial, a raça com que se joga futebol aqui é apaixonante. Recordo de uma propaganda antes do mundial que mostrava os bastidores do vestiário no jogo contra a Costa Rica (pela última vaga), onde o capitão Lugano dizia: "Tem milhares de pessoas lá fora e milhões no país, eles acreditam em nós, então companheiros...vamos por eles e vamos por esta" (e abraça a bandeira uruguaya) e finaliza "vamos meter!!!"
Acho que essa frase diz um pouco do compromisso desses caras com a seleção, demonstra que futebol está muito, mas muito longe dos milhões de euros, dólares ou reais, que futebol é lindo porque é apaixonante, mas não basta a paixão da torcida, tem que ter a paixão dos sujeitos diretos dessa ação!!!
Saludos a todos!!! Nos vemos (ou melhor leremos) em breve!!!
Marcelo Dias
P.S. Uma loja daqui se quebrou, vendou LCD e na promoção dizia que se o Uruguay chegasse as semi-finais devolvia 50% do valor...kkkkkkkkkkk
P.S. [2] E aquela mão de Luiz Soares? Única saída, verdadeira loteria e...todos já sabem como acabou!!! A celeste foi recebida com festa e frases do tipo: Celeste, gracias por regalarnos un sol!!!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
ESPANHA CAMPEÃ!!!
Olá a todos!!!
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E acabou a copa 2010. E nasce um novo campeão: o selecionado espanhol!!! Parabéns a "fúria" que finalmente brilha no universo das seleções de tal forma que seus lendários clubes, Real Madrid e Barcelona. Campeã a Espanha, com méritos. Não jogou nenhum futebol que "assombrou o mundo". Aliás, quem jogou???
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A Espanha chama a atenção para um fato: joga futebol, tem bons jogadores, mas é pragmática e racional. Fez oito gols em sete jogos. Média de 1,14 gols por jogo. E o último e decisivo gol foi já pelos 115 minutos de jogo, na prorrogação. Por exemplo, o Brasil, eliminado precocemente nas quartas de final, fez nove gols.
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O futebol europeu e sua sanha financeira e mercantilista sofre. Itália, Inglaterra e França, em menor escala, sofrem por terem ligas "universais" e seus clubes terem na maior quantidade de seus quadros jogadores de outras seleções. Espanha e Alemanha sofrem menos. Times nacionais com maior número de estrangeiros será determinante cada vez mais para a decadência destas potências. Medidas devem ser tomadas para equilibrar esta situação.
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E vamos esperar a nossa copa, a de 2014. Será nossa porque vai ser disputada em nosso país e por ser questão de honra nacional ganharmos esta copa. Outro "Maracanazzo" não dá!!! Sai de retro!!!
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Um abraço a todos!!!
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