OLÁ A TODOS!!!
De
primeira vou logo explicando o teor do título desta crônica. No assunto que
irei tratar, antecipo que sou realmente “sem palavra”, pois já tinha escrito e
dito que não trataria mais desse assunto, ao menos aqui no Panorama da Semana.
Estou falando do preconceito sulista a nós nordestinos em geral, e baianos, em
particular.
Mais
um episódio do crônico preconceito destilado esta semana. Um tal apresentador
(sic?) num programa
matinal de TV nitidamente, por não acreditar e por ser desinformado, desdenhou
da notícia do interesse concreto e oficial do Bahia ao jogador Romagnoli do San
Lorenzo da Argentina. Risos e ironias feitas pelo dito cujo na própria inserção
o correspondente direto da Argentina confirmou não só o fato, como a
repercussão deste em Buenos Aires. Para mim, nesse episódio, fim de papo.
Mas,
o que transcende a tudo isso é o secular preconceito as “coisas ao norte do
nosso país” por alguns destes “profissionais dos microfones”. Ao menos este
camarada de agora não desferiu linguajar chulo ao falar do Bahia, como fez o
elemento mal preparado de Minas que desrespeito uma instituição nobre e
importante do país, como o Esporte Clube Vitória. Em tempo: parabéns Vitória!!!
Sempre
argumento que não seria o futebol o ambiente diferente onde o preconceito ao
norte/nordeste não se manifestaria no Brasil. Ele se manifesta na política, na
cultura, na economia, em todas as áreas. Saliente-se isto parte de pessoas com “QI”
baixo, pouca inteligência mesmo, e no caso de alguns profissionais de imprensa,
despreparo para exercer a apresentação de um programa de cunho nacional e não
regional.
Porém
é importante citar que – e aqui corroboro da missiva do amigo Leandro Santiago –
cidadãos nordestinos, por exemplo, que escolhem torcer para equipes de fora da
sua região, invasores da sua cultura esportiva, legitimam sem querer este tipo
de comportamento imbecil que se perpetua.
Finalizo
sugerindo ao Bahia e sua direção a, contrário ao desejo de alguns de processar,
xingar e atacar o dito personagem das ironias, convidá-lo para um grande jogo
do nosso futebol (um outro BAVI por exemplo...), para o elemento perceber na
prática o que é o nosso futebol. A sua empresa, como “reciclagem” do
profissional e de outros que corroboram das ideias dele, a cobrirem o
Campeonato do Nordeste 2015. Eles veriam o que é o futebol na sua essência e
presenciariam jogos emocionantes com estádios vibrantes e torcidas genuínas.
No
mais, finalizo mais uma vez, prometendo não citar mais este assunto – até que
seja necessário! – dizendo que o futebol baiano e nordestino deveriam se impor
em campo contra estes centralistas da bola e assim dar a verdadeira resposta
que eles merecem. Em 2014, Bahia, Sport e Vitória pode fazer muito bem isso:
Muito obrigado, eu sou representante da cultura futebolística genuína do Brasil
e sou nordestino!!!
Um
abraço a todos e uma pergunta final: como é o nome do cara mesmo? Eu não sei...
mas, a história do Bahia, do Vitória, do Sport, do Santa Cruz, do Ceará, entre
outros, estas sim, eu sei!!!
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