sábado, 13 de novembro de 2010

TURISMO FUTEBOLÌSTICO

Pouparei os leitores e companheiros deste estimado blog das minhas delongas em formas de desculpas pois existem linhas mais interessantes para escrever.
Quero compartilhar com os que a este texto tiverem acesso, um pouco das minhas experiências em minha ida ao Centro-Oeste.
Questionado por um hincha (torcedor) do Peñarol uruguayo no Serra Dourada, do por quê eu nascido no Brasil nutria um amor tão grande pelas cores aurinegras. A resposta que apelei para o grande Pascal encheu de alegria o questionante quando disse em espanhol que: "O coração têm razões que a própria razão desconhece". A resposta dada ao carbonero que veio de Montevidéu para alentar sua equipe, acredito que sirva também para responder grande parte das questões oriundas desta viagem.
A curiosidade de viajar pela primeira vez de avião empolgou-me deveras. Fiquei impressionado foi em reencontrar catorze anos depois, em plena rodoviária de BRasília, um antigo colega de cena anarcogrind que inclusive já me concedeu hospedagem em sua casa, tanto eu quanto ele ficamos repetindo que: "O mundo é pequeno! O mundo é pequeno!"
Segui a minha andança pela Capital e fui para o Plano me informar sobre como chegar a Taguatinga, onde à noite aconteceria o jogão entre Brasiliense e ASA de Arapiraca. Cheguei cedo ao Serejão, não queria perder a chance de ver este confronto(acostumado ao fenômeno da torcida do Bahia em esgotar ingressos rápidamente). Entrei e fiquei do lado da torcida do ASA. a partida foi interessante com modificações de predomínio da ambas as equipes. No primeiro tempo o ASA jogou muito o no segundo foi a equipe candanga. O jogo acabou 3x2 para os alagoanos. Voltei para o Centro de Metrô (isso um dia será realidade aqui) e fiquei ouvindo a Jovempam paulista dar as informações da rodada. as pessoas ficaram me olhando sem entender quando soube que Fernando defendeu o penalty no finalzinho contra o São Caetano, é uma pena o povo brasileiro, em boa parte, só entender o que é torcer (e olhe lá) de quatro em quatro anos, na famigerada Copa do mundo da era Moderna (a África do Sul, até hoje está sofrendo com os seus prejuízos e não beneficiou povo coisa nenhuma e suas arenas quase não estão sendo utilizadas pelas equipes de lá). não perderei o meu tempo tentando alertar, pois sei que não serei ouvido, a massa quer continuar seu curso.
Ratifico que acompanhei todos os jogos das últimas copas, apenas por prazer estético, ou seja, bola rolando dentro das quatro linhas, esta última foi maravilha pelas lindas vuvuelas, que os babacas burgueses e estaões de Tv estavam querendo tirar (ridículo, é a cultura do lugar deve ser respeitada). Agora no que se tratou de desalojar pessoas que moravam próximas aos estádios, por causa de aparência, apagar luz de escolas para capacitar refletor a noite, isto foi e é deprimente.
O que saquei de Brasília (coisa que qualquer atento sacaria) é que só existe organização onde circulam os donos do lixo do capital deste imenso país, as demais cidades satélites estão entregues ao seu descaso, quase eterno, o que me lembrou uma letra de um grupo candango , Capital Inicial que disse:"alguém, alguém um dia vai se vingar, vocês são vermes e pensam que são reis".
A viagem para Goiânia eu não ví pois estava dormindo (por isso foi rápida, mas até que a de avião).
Três da manhã procurando uma pensão para dormir. No outro dia foi comprar o ingresso para ver o Tropa de Elite 2, para passar o tempo até chegar o jogo que seria as sete da noite.
Foi uma alegria servir de tradutor dos trapos (faixas) da barra de Peñarol para a polícia do simplesmente LINDO Serra Dourada, pois não podiam entrar mensagens com apologia a violência.
O Goiás (que não é e nem nunca foi time de segundona) mostrou seu lado guerreiro e enfrentou de igual para igual o gigante uruguayo, reconhecido internacionalmente, como o campeão do século da América do Sul. O jogo terminou 1x0 para os Esmeraldinos. A torcida da Manya cantou o jogo todo até vinte minutos depois do jogo ter encerrado (fantástico).
No final alertei os carboneros que me trataram superbem sobre os cuidados que deveriam ter contra o Goiás, time que ganhou mais a minha admiração, pelo fato de fazer frente aos times do Eixo do Brasil.
Retornei para Salvador e digo para todos, vivâm, ousêm ir além do que foi estabelecido pela pseudo ética da alienação que tentâm nos impor, quebrem paradigmas. Disse um dia o grande Lamarca: "ousar lutar, ousar vencer!" Aproveita a vida, viaje, sorra, pule, cante, pois como disse também o Blaise Pascal:"El corazón tiene raziones que la própria razión desconoce".
Felicitações a todos!

domingo, 7 de novembro de 2010

Assino embaixo a missiva!!!

Leiam o que o comentarista/apresentador Marcelo Barreto do SporTV esceveu sobre o Bahia.

http://www.ecbahia.com/imprensa/noticia.asp?nid=19670

Pura verdade!!!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Times, pontos e nuances...

Bahia; 59 pontos; com calma, vai a caminho da primeira divisão...
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Vitória; 38 pontos; sinal amarelo ainda piscando, segundona bem próxima...
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O que os próximos jogos dirão, confirmarão ou desmentirão???
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Vamos esperar...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A polêmica das vagas nas competições de clubes da América do Sul

Olá amigos:
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Faz tempo que não coloco reflexões aqui no nosso espaço. Nem eu, nem meus amigos. Todos atarefados com as coisas da vida...
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Porém, arrumei uma brecha na agenda e levanto uma questão que já me afligia antes e como foi polemizada por estes dias coloco-a na baila. Trata-se das vagas dadas para os campeões das Copas Libertadores e Sul-Americana e a “compensação” retirando uma vaga do país da equipe vencedora da última competição. Adianto: contrasenso, casuísmo, politicagem e mercantilização do futebol.
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Retirar uma vaga do país do time campeão da Sul-Americana é não incentivar e premiar os melhores. É contraditório e estapafúrdio. Vindo da Conmenbol (Confederação Sul-Americana) é até natural... Uma entidade que já colocou na Copa América Japão, propôs Espanha e Portugal (europeus!!!) e na Libertadores “convida” (através de dólares?) times fora da América do Sul para disputá-la, nada é impossível. Defenderia até uma Libertadores com os mexicanos, desde que os times de outros países das outras Américas – Central e Norte – pudessem a disputar e esta competição fosse a única da América “Total”. Aliás, a FIFA deveria determinar uma única confederação nas Américas... mas, isso é uma outra história.
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Voltando ao assunto, esta decisão é contra ao principal no esporte: prevalecer o desempenho técnico. Se determinado país tem melhores equipes e estas adquiriram o direito no campo, com os títulos, o país e as outras equipes não devem ser punidos. Mas, tá na cara que as decisões da entidade são para freiar a supremacia brasileira no continente. O não foi por este motivo que eles brecaram a possibilidade de finais nacionais na Libertadores? Problema dos outros!!! Não tenho problema em ver numa final dois argentinos, dois uruguaios, dois venezuelanos. Desde quando isso fosse obtido no mérito esportivo, paciência. Vejam se na Liga dos Campeões isto acontece... nada disso!!!
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Mas vejo na prática da própria CBF esta filosofia e talvez por isso a nossa entidade futebolística nacional não se manifesta como deve. Aqui nas “Terras Brasilis” a CBF estabelece isso – a injustiça esportiva – quando não dá o direito aos times que disputam a Libertadores participarem e disputarem a Copa do Brasil. Penaliza-se, novamente, os melhores. E ainda pior: o time perde a vaga e a sua federação não tem o direito a indicar o outro melhor classificado na sua competição como substituto. Esta é obtida por um ranqueamento nacional. Pode? Pode!!! Estes são os meandros do futebol mercantil.
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Vamos ver no que vai dar se um brasileiro – Palmeira, Atlético Mineiro, Goiás ou Avaí – ganha a Sul-Americana e “toma” a vaga de um brioso 4º colocado no campeonato nacional. Palmas para a Conmenbol, com certeza. Estas tenho certeza que são dadas pela CBF.
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Um abraço a todos!!!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Reformas nas divisões subalternas do campeonato nacional.

Olá amigos:
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Proponho de muito tempo reformas nas duas últimas divisões nacionais: série C e série D. Da forma como a CBF organizou as duas divisões veremos a médio e longo prazo o extermínio de clubes tradicionais do nosso futebol. A curto prazo temos o exemplo último do Moto Clube do Maranhão. A série C limitada a vinte times e curta como é hoje esta fadando ao declínio e ao possível desaparecimento de grandes e tradicionais clubes do Brasil, tais como: Santa Cruz, Remo, CSA, Botafogo da Paraíba, Ferroviário, América do Rio, Bangu, Botafogo de Ribeirão Preto, entre outros. Lembro a alguns que o futebol muito antes de ser negócio, business, (e adianto: entendo que deve ser também) é tradição e expressão cultural de um povo. Pensar o futebol brasileiro apenas pela ótica dos grandes é determinar a sua ampla depauperação.
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Sou contra a armações e agradeço pelo sepultamento da fatídica e nefasta virada de mesa. Mas, acho que para 2011 poderia ser planificado o arcabouço da reforma para o campeonato de 2012. Vejamos:
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Para 2011 teríamos as duas séries (C e D) dispostas da seguinte forma:
Série C:
- 20 clubes na primeira fase, porém já com 2 grupos de 10 clubes cada (C1 e C2), regionalizados;
- Rebaixados para a série D 2012 os 2 últimos de cada grupo da primeira fase;
- Classificam-se para a segunda fase por grupo, os 4 primeiros colocados, na primeira fase;
- Na segunda fase, seriam formados dois grupos de 4 times assim dispostos: Grupo C3 = 1º C1, 4º C1, 2º C2 e 3º C2; Grupo C4 = 1º C2, 4º C2, 2º C1 e 3º C1;
- Os dois primeiros dos grupos da segunda fase subiriam para a série B 2011;
- Os dois primeiros colocados decidiriam o título da série C 2011.

Série D:
- 108 clubes na primeira fase, com 27 grupos de 4 clubes cada (do D1 ao D27), sendo os grupos formados por times da mesma federação/estado;
- Classificam-se para a segunda fase os dois primeiros colocados de cada grupo, do D1 ao D21 mais apenas o primeiro colocado dos grupos D22 a D27, compostos pelas seis piores federações ranqueadas na CBF;
- Os 48 clubes da segunda fase seriam sorteados (sorteio dirigido, privilegiando a regionalização e o aspecto técnico) para 24 confrontos eliminatórios, em ida e volta (mata-mata);
- Os classificados para a terceira fase subiriam para a série C 2012;
- Na terceira, quarta e quinta fase continuariam os confrontos eliminatórios nos moldes da segunda fase;
Na sexta fase os 3 times classificados disputariam um triangular decisivo em ida e volta pela disputa do título da série D 2011.

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Definidos os times para 2012, teríamos as competições definidas e as suas fórmulas de disputa a partir deste ano. Vejamos:
Série C:
- 40 clubes na primeira fase, com 4 grupos de 10 clubes cada (C1, C2, C3 e C4), regionalizados;
- Os 2 últimos de cada grupo (9º e 10º lugares) da primeira fase disputariam a segunda fase da série D 2012;
- Classificam-se para a segunda fase por grupo, os 4 primeiros colocados, na primeira fase;
- Na segunda fase, seriam formados dois grupos de 4 times assim dispostos: Grupo C5 = 1º C1, 2º C1, 3º C1 e 4º C1; Grupo C6 = 1º C2, 2º C2, 3º C2 e 4º C2; Grupo C7 = 1º C3, 2º C3, 3º C3 e 4º C3; Grupo C8 = 1º C4, 2º C4, 3º C4 e 4º C4;
para esta fase, os times levariam pontos de bonificação pela colocação obtida: 1ºlugar (3 pontos), 2º lugar (2 pontos), 3º lugar (1 ponto) e o 4º lugar (nenhum).
- Na terceira fase (quartas de final) seriam formados 4 grupos de 2 clubes, em caráter eliminatório (mata-mata): Grupo C9 = 1º C5 x 2º C6; Grupo C10 = 1º C6 x 2º C5; Grupo C11 = 1º C7 x 2º C8; Grupo C12 = 1º C8 x 2º C7;
- Os classificados para a quarta fase subiriam para a série B 2013. Estes formariam as semifinais e os seus vencedores fariam a final da série C 2012.
Série D:
- 108 clubes na primeira fase, com 27 grupos de 4 clubes cada (do D1 ao D27), sendo os grupos formados por times da mesma federação/estado;
- Os qualificados para a segunda fase: os dois primeiros colocados de cada grupo da primeira fase, os dois terceiros colocados dos grupos da primeira fase das federações melhores ranqueadas na CBF e os oito times oriundos da desclassificação da primeira fase da série C 2012;
- Os 64 clubes da segunda fase seriam sorteados (sorteio dirigido, privilegiando a regionalização e o aspecto técnico) para 24 confrontos eliminatórios, em ida e volta (mata-mata);
- Em todas as outras fases subseqüentes o critério seria o mesmo da segunda fase;
- Os times que chegarem até as quartas de final teriam a vaga na série C 2013;
- Os dois finalistas decidiram o título da série D 2012.
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Foi extensa a minha proposta. Esta pode passar por ajustes aqui e ali. Porém a minha idéia é fazer com que os vários rincões do país tenham futebol o ano inteiro. Pelo menos, enquanto a capacidade técnica dos seus times permitir. Por exemplo, a mim é inadmissível o estado da Bahia ter uma participação pífia nas divisões nacionais do futebol. Os times daqui de forma espinhosa passam um ou dois ao máximo das primeiras fases preliminares deste campeonatos. Depois são eliminados como mais uma vez foi o Fluminense de Feira este ano.
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Mais além, penso que não devemos permitir o ocaso de forças como Fortaleza, Paysandu, Remo, Santa Cruz, CRB, CSA, ABC... só citando e “puxando a brasa” para a minha veia nortista/nordestina. Se o limite técnico dos mesmos for a série C ou a D, que seja. Mas, não podemos restringir o espaço no grandioso e diversificado futebol nacional.
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Um abraço a todos!!!

O porão do campeonato brasileiro: a série D.

Olá amigos:
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A série D é o porão do campeonato brasileiro. Digo isso sem preconceito ou eivado de sentimentos negativos. É um fato. Se o campeonato brasileiro é uma construção, a série A é a cobertura de luxo; a série B é o andar anterior a cobertura, gozando de alguns privilégios, entre eles a possibilidade de acesso "a citada"; a série c é o térreo empoeirado e barulhento. Tem coisa abaixo da série D na nossa "grande construção" que é o futebol brasileiro? Tem. Infelizes aqueles que vivem nas redes de esgoto do nosso futebol: os que não participam nem da nova série D. A CBF precisa rever a arrumação das duas séries finais do campeonato nacional (farei comentário posterior mais aprofundado sobre isso).
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Seguem na luta ainda os seguintes clubes e os seus embates:
Sampaio Correa/MA x Guarany de Sobral/CE;
Joinville/SC x Operário de Ponta Grossa/PR;
Uberaba/MG x Madureira/RJ;
América de Manaus/AM x Vila Aurora/MT;
Brasília/DF x Araguaína/TO.
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Torço pelos colocados em primeiro em cada disputa citada (realçados em azul) pelo aspecto tradicional deles. Lamento as eliminações de Santa Cruz, Remo, Fluminense de Feira e Treze da Paraíba. Uma pena. Mas, futebol é futebol, e essas eram as regras do jogo.
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Um abraço a todos!!!

domingo, 5 de setembro de 2010

O difícil equilíbrio entre a sanidade e a paixão.

Olá a todos!!!
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Dei esse título a meu texto para explicar o meu sentimento sobre o momento e a campanha do Bahia neste 1º turno da série B. Se ao fim do certame acontecer o mesmo de agora, maravilha, estaremos na série A 2011. Uma confirmação do 4º lugar que ostentamos hoje confirmará isso.
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Acredito na subida do tricolor, porém, vamos esgotar mais um pouco nosso arsenal de sofrimento, apreensão, ansiedade e tudo mais que a nossa grande paixão de três cores nos coloca a prova a todo o tempo.
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Buscando agora o lado racional do processo indico que a campanha na primeira fase do Bahia foi satisfatória. Não boa, muito menos ótima, mas, longe de ser catastrófica. O time fez 31 pontos. Desempenho relativo geral de (54,4 %). Interessante quando todos os especialistas, matemáticos e estatísticos definem que só quem detiver rendimento acima dos 50% postulará condição de classificação. Ruim, quando este percentual se distancia dos 60% (margem de segurança) de certeza na classificação. Dizem muitos, especulando e/ou analisando os outros campeonatos brasileiros de pontos corridos, que com 64 pontos é garantia de acesso. Isto significa um rendimento de pelo menos 56%.
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Basicamente o que o time precisa fazer no segundo turno é somar 33 pontos (31 + 33 = 64). Teremos 9 jogos em casa (27 pontos) e 10 jogos fora (30 pontos). Vencer todas em casa (difícil) e fazer mais 6 pontos fora, então, esta é a meta!!! E para cada ponto perdido em casa, aumentar a obrigação de buscá-los fora. O Bahia tem que aumentar o seu nível de rendimento, se quer subir para divisão de elite no ano que vem. Repetir os desempenhos dentro de casa (63,3%) e o de fora dos seus domínios (44,4%) não irá garantir o sucesso no fim do campeonato.
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Vejam o quadro abaixo:

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Vejam pelos números apontados e os dados do quadro que formatei que, de certa forma, o rendimento fora de casa, poderia ser melhor, mas, é razoável. Quase a metade dos pontos disputados. Esse pode ser melhorado e garantir, no segundo turno, esta metade dos pontos, ou seja, 15 pontos. O nosso problema é o nosso rendimento em casa. Não se pode perder tantos pontos como perdemos em Pituaçu no primeiro turno: 11 pontos. Se ganhássemos 6 destes 11 pontos, estaríamos hoje na primeira posição. Não se pode vacilar!!! Um bom desempenho em casa tem que ser acima de 75%. Legal que seja 100%, mas sabe-se, que a disputa é renhida. Teremos nove jogos em casa: 21 pontos se garante com sete vitórias. Isso é impossível para o Bahia? Quem é que mete medo na gente aqui? Pelo menos, não deveria...

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Portanto, finalizando por agora esta análise, entendo a apreensão e a insatisfação de todos nós torcedores (eu, por algumas horas me inclui nessa raiva geral na última sexta-feira...), mas, devemos apoiar nosso time. E este time, jogadores e técnico, têm que entender que o Bahia é GRANDE!!! E aqui dentro tem que atropelar os adversários. E se o time for para cima dos oponentes em casa, a torcida faz o resto!!! E personalidade fora de casa!!! Ela - a torcida - joga com o time e espreme os adversários. SEJA GRANDE BAHIA!!! Claro, sei que a minha nação é grande, mas, tem que confirmar isso na prática.
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Vivo assim com meu time: razão e paixão, dilema eterno chamado ESPORTE CLUBE BAHIA.
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Um abraço a todos!!!