sexta-feira, 8 de julho de 2011

A lindia imprensa esportiva baiana sonhadora da terceira força.

Há muito está entalado este desabafo, que porei fora neste momento. A imprensa soteropolitana que diz incentivar o esporte, não transmitiu um jogo do glorioso Ypiranga que chegou as semifinais do baiano contra o tradicional Itabuna (que está de parabéns em voltar), e também não transmitiu um jogo dos igualmente tradicionais Galicia e Botafogo, da mesma forma, igualmente soteropolitanos.

A atitude constitui-se em prova cabal de que a imprensa capitalina só fala da dupla bavi, por causa do seu grande número de torcedores, esquecendo os times grandes (Galicia, Ypiranga, Botafogo, etc e só olhar na internet os titulos destas equipes que faziam os principais clássicos baianos) que por causa da ausência do lixo do capital financeiro, ficaram enfraquecidos.

O capitalismo não desiguala apenas os seres humanos, mas também os times de futebol como pessoas, que não acompanham a mentira burguesa da classe dos capazes que se mantêm na ideologia darwiniana social.

Coitados dos torcedores de times sem dinheiro, a midia boicota mesmo, informaçõeszinhas de dois minutos só enganam babacas alienados.

Futebol em Salvador não é somente a dupla Bavi. Os times com pouco ou sem dinheiro merecem e devem jogar futebol também e ter os seus jogos transmitidos, pois o glorioso amarelo e preto Ypiranga, na ocasião, representava Salvador na segunda divisão estadual.


Alberto Lima

quarta-feira, 6 de julho de 2011

VIAGEM FUTEBOLISTICA 6


- Depois de uma rápida passagem pelo Paraguay, adentrando por Foz do Iguaçu iniciei a minha longa ida até a européia Curitiba (faezendo uma especie de retorno pois soltei do avião lá por lá.

-Como fanáticop por futebol decidi ir até a Arena da Baixada para assitir a Atlético e Iraty. A arena é uma lokura, um estádio de primeiro mundo mesmo, sem puxasaquismo. Um detalhe , se você não conseguir adentrar as dependências da Arena , tú podes assistir ao jogo do lado de fora, pois ficam várias televisões do lado de fora transmitindo a partida (isso é impensável aqui , dado a usura do dinheiro). Percebi o quanto os atleticanos são fanáticos. Apesar do estádio ser vermelho e preto , eu estava anestesiado, devido a minha ligeira estadia no estádio do leproso Newells Old Boys.

- Um rolé pela city, um rango barato e um hotel baratinho também (todo arredor de rodoviária se acha hotel barato. No domingo o programa era andar por Curitiba (paguei um só transporte e rodei vários lugares). Não demorei para me deslocar para a Vila Capanema para assistir o clássico Paraná e Coritiba.

- Antes de continuar quero dizer que Coritiba existe somente para o resto do Brasil, ou seja, os curitibanos nunca NUNCA falam coritiba, somente pronunciam COXA.

- O jogo foi muito bom (como cultor do futebol de resultado, não botem muita fé em minha declaração não), digo que a rivalidade entre os times nivelou o alto nível técnico tático do Coritiba... digo COXA e do Paraná que estava em formação com um time que urgia em melhoras.

- De Curitiba rumei para Campinas, onde estava impressionado com o número equivalente de camisas da Ponte Preta com as do Corinthians, o motivo se deveu ao triunfo da Macaca contra o São Paulo no Morumbi no dia anterior.

- Viajei para casa, ainda se beliscando que o Bahia iria fazer a final da Taça São Paulo. Depois de viajar um monte por causa de futebol e cultura, se voltava para o futebol local e eu de passagem comprada não pude ir ao Pacaembu. o somo me impedia de ficar acordado no avião , mas não me fez esquecer que, A MELHOR VIAGEM É A DE VOLTA.


Publicarei brevemente outra viagem!

Um abraço ALBERTO LIMA

domingo, 3 de julho de 2011

Grupos da Sulamericana 2011 - Fases classificatórias

Olá a todos!!!


A Copa Sulamericana 2011 já tem seu desenho inicial pronto. Foram sorteados os grupos eliminatórios.


A primeira fase tem os confrontos entre os times dos oito países da América do Sul, excetuando brasileiros e argentinos:


(A) San José/BOL x Nacional/PAR

(B) Universidad César Vallejo/PER x Independiente Santa Fé/COL

(C) Chile 3/CHI x Fénix/URU

(D) Deportivo Quito/EQU x Deportivo Anzoátegui/VEN

(E) Olimpia/PAR x The Strongest/BOL
(F) Equidad CD/COL x Juan Aurich/PER

(G) Bella Vista/URU x Universidad Católica/CHI

(H) Yaracuyanos/VEN x Liga de Quito/EQU


Na segunda fase teremos os vencedores dos confrotos da primeira fase e os confrontos brasileiros e argentinos:


Segunda Fase

VENCEDOR A x Aurora/BOL

VENCEDOR B x Deportivo Cali/COL

VENCEDOR C x Nacional/URU

VENCEDOR D x Universitario/PER

VENCEDOR E x Emelec/EQU

VENCEDOR F x Libertad/PAR

VENCEDOR G x Deportes Iquique/CHI

VENCEDOR H x Trujillanos FC/VEN

Segunda Fase Argentina:

Argentinos Jrs. x Vélez Sásrfield

Arsenal x Estudiantes

Lanús x Godoy Cruz

Obs.: O Independiente (último campeão) entra nas oitavas de final.


Segunda Fase Brasileira:

Flamengo x Atlético Paranaense

Atlético Mineiro x Botafogo

Ceará x São Paulo

Vasco x Palmeiras

terça-feira, 28 de junho de 2011

VIAGEM FUTEBOLISTICA 5


- A minha chegada à Córdoba procedente de Rosário se deu as quatro da matina e fiquei avido para a chegada do Sol. Foi uma alegria para mim caminhar nas ruas de uma cidade fanática por futebol, mas esquecida pela mídia mundial.

- A cidade é reduto de equipes coperas e peleadoras, no caso, Talleres (que venceu a conmebol em cima do CSA em 99), do Belgrano que ascendeu no domingo a divisão principal platina, do Instituto rival feroz dos primeiros citados, do Racing de Còrdoba que assimcomo seus três irmãos já disputou a primeirona argentina. O meu comunismo me obriga a citar o General Paz Juniors o representante da city na quarta divisão. As demais equipes lutam para sair da condição de amadoras para o profissionalismo (se bem que o amadorismo deve ser respeitado).

- O meu filosofar anarquista (impulsionado pelos jhornais anarquicos adquiridos em Buenos Aires, em bancas de jornal) me imnpulsinava para querer conhecer as canxas dois conco times além do Chateuau Carrerra o estádio da Provincia. Depois da explicação da hermosa guia de turismo, deduzi ser complicado ir de norte a sul, leste e oeste da cidade.

- Córdoba fervilha nas ruas de torcedores com as camisas de suas equipes, não é frequente camisas de Boca, River, Independiente, Racing e San Lorenzo (apesar de se encontrar). As cinco equipes citadas são os gigantes argentinos os demais times são grandes, médios e pequenos.

- Depois de passar por Resistência e Assunção o Paraguay, rumei para outro país da América do Sul, só que este incrustado no território colonizado pelos portugueses e que proibiu com veemência a sua separação, se alguém duvida, vá ao Paraná e veja se ele não é outro país.


continua Alberto Lima

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Opiniões sobre o caso Jobson

Olá a todos!


Estamos todos acompanhando a novela sobre o caso Jobson. Vários capítulos já foram passados. De início, como um vilão; depois, na trama fomos vendo o lado humano do jogador. E que o caso de Jobson seja usado de forma didática para e pelos nossos jovens. Até porque o capítulo final ainda não foi apresentado...


Nesta linha, vinculo um texto legal sobre o tema, postado pelo colunista Walter Hupsel no site do yahoo. O link do original é este aqui: http://colunistas.yahoo.net/posts/11860.html


"O caso Jobson: ilegal e imoral?"


"Na última terça-feira (21), Jobson, o ex-atacante do Botafogo e atual artilheiro do Bahêa, foi a julgamento na Corte Arbitral de Esporte (CAS) em Lausanne, Suíça, por ter sido pego no exame antidoping com cocaína e crack. O julgamento acabou e o veredito sairá em 60 dias, segundo informações oficiais. Ele pode ser absolvido e voltar aos campos definitivamente ou pode ter a pena máxima e ser banido, para sempre, do futebol.


Está em jogo o velho problema, a velha confusão proposital, deliberada, entre doping e uso de drogas. A pressuposição da prescrição do doping, e sua consequente punição nas instâncias esportivas, é que o atleta que o usa ganha vantagens comparativas sobre seus adversários; tem mais fôlego ou mais concentração. Assim, um atleta dopado se utiliza de meios imorais para ganhar uma competição. Ele não obteve êxito por sua dedicação, por seus esforços ou por seu talento, mas porque ingeriu substância química que lhe deu essa vantagem.


Ora, um atleta desses, que não respeita minimamente a competição 'ética', deve ser punido, e assim o é, desde que pego no exame. Situação completamente diferente é a de um atleta como Jobson, que foi pego no doping porque o exame também acusa uso de substâncias ilícitas, mas que são prescritas por conta das normas jurídicas, pelas leis comuns, penais. Jobson foi pego por uso recreativo de crack e cocaína. Longe de representar vantagens ao seu desempenho, o uso dessas drogas, em especial o crack, o prejudica nos gramados.


Logo, o seu uso pode constituir um 'ilícito' penal, mas nunca uma atitude imoral e antiética perante o esporte e a competição. O uso de drogas recreativas deveria ser, primeiramente, uma questão de saúde pública e punir esse comportamento seria, no máximo, de competência das esferas penais do Brasil, nunca deveria ser das autoridades esportivas internacionais.


Mas não. Embora os advogados de Jobson estejam confiantes da absolvição, a CAS poder julgar isso e mesmo banir um atleta por uso de drogas (não de doping) é em si mesmo um absurdo que só reforça o estigma do jogador, que necessita de ajuda, não de punição.


Algum amante do futebol, do jogo, da plástica, realmente acha que Maradona – um dos melhores jogadores da história – deveria ser banido do futebol por seus hábitos privados? Podemos condenar tais hábitos, achar que são a encarnação do mal etc… Mas punir esportivamente é o cúmulo da hipocrisia higienista.


Longe de resolver o problema, o conservadorismo da Wada (Agência Mundial de Doping) e da CAS, ao igualar uma atitude antiética e uma ilegal, só o agrava. Longe de dar suporte a quem necessita, a punição significa um último “caldo” numa pessoa que está se afogando.


Sorte aí, Jobson! E BORABAHÊAMINHAPORRA!!!"


A minha opinião particular sobre o tema foi esta:


"Concordo contigo Walter, irmão das três cores do time de raça e tradição. Punir um atleta que já se imputou uma pena para a própria vida e seu corpo é fora de propósito. E saliente-se que o jogador já foi penalizado por um ano fora dos gramados, o que depois foi reduzido para seis meses. Não está se pregando impunidade, mas, pede-se coerência.".

segunda-feira, 13 de junho de 2011

As rapidinhas de segunda - 13 de junho

Olá a todos:


Vamos as rapidinhas desta segunda-feira, dia 13 de junho de 2011, dia de Santo Antônio:


1º) Sinal Amarelo: o Vitória venceu o Duque de Caxias no Rio de Janeiro (3 x 2) e saiu da situação díficil que se encontrava recuperando-se no campeonato da segunda divisão.


2º) Sinal vermelho: O Bahia empata mais uma em casa ( 1 x 1 com o Galo Mineiro) e se coloca em complicada situação na tabela da série A.


3º) O esporte é assim, mas, infelizmente, o velho Ypiranga não conseguiu o retorno a série A do campeonato baiano. Parabéns ao Itabuna, outra força tradicional do nosso futebol.


4º) O campeonato brasileiro (série A) continua esquetando e o São Paulo aproveitando o momento e adquirindo "gordura" para os tempos díficeis que vem por ai...

sábado, 11 de junho de 2011

"Assim falou Neném Prancha"

Homem de poucas palavras, mas perfeito observador e muito inteligente, só falava nos momentos oportunos. Lançava com grande humor as suas frases irônicas para definir os fatos. Adepto do futebol simples e objetivo, ele contestava a forma de joga Domingos da Guia. Neném repudiava o drible,

firula dentro da área:
"Jogar a bola pra cima, enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol."
Para muitos torcedores "Neném" era uma figura humana estranha. Apesar de muito conhecido na praia, ele jamais foi visto tomando banho de mar. Antonio Franco de Oliveira jamais gostou de falar sobre o seu passado. Filho de Zeferino, um biscateiro e D. Julia, empregada doméstica, "Neném Prancha" passou os seus 69 anos - nasceu a 16 de junho de 1906 - criando suas frases.
Quando encontrava um menino habilidoso, com jeito de seguir a carreira, "Neném Prancha" o aconselhava.
"Jogador de futebol, tem que ir na bola com a mesma disposição com que vai num prato de comida. Com fome, para estraçalhar."

Talvez por passar praticamente toda a sua vida entre a praia e o seu pequeno quarto na própria sede do Botafogo, assim definia as concentrações:
"Se concentração ganhasse jogo, o time do presídio não perdia uma partida".
Foi também inimigo das superstições que dominam a maioria dos jogadores e dirigentes do futebol brasileiro. Ele sempre dizia que sem talento não adiantavam as promessas:
"Se macumba resolvesse, o campeonato baiano terminava sempre empatado".

Um conselho paternal para os goleiros:
"O goleiro deve andar sempre com a bola, mesmo quando vai dormir. Se tiver mulher, dorme abraçado com as duas".
Admirador do futebol clássico, "Neném Prancha" encarava Didi como um dos maiores armadores de futebol do mundo. Sua resposta era a mesma quando solicitado para comentar o talento de Didi:
"O Didi joga bola como quem chupa laranja, com muito carinho".

Mito do futebol brasileiro, Antonio Franco de Oliveira passou a "Neném Prancha" por causa das mãos - cada uma mede 23 centímetros de comprimento - e dos pés, que poucas vezes calçaram sapatos número 44 - ele preferia os chinelos. A exemplo dos demais funcionários do Botafogo, passou por privações com os frequentes atrasos dos salários. Mas nunca pensou em largar o clube de seu coração. Foi há muito custo que ele concordou em se internar numa casa de saúde.

"Neném Prancha" jamais pensou em casamento, porque o pouco dinheiro que ganhava servia apenas para "Manter o estômago em dia" além disso, "Neném Prancha" não confiava muito na história da Amélia, a mulher de verdade, porque lia diariamente nos jornais as notícias sobre briga de casais:
"Casamento é coisa muito séria para terminar nas manchetes de jornais".
Quando jogador no futebol de praia, "Neném Prancha evitava a cobrança de pênaltis e depois passou à condição de treinador de juvenis e torcedor do Botafogo, ele lançou uma de suas mais famosas frases:
"Penalti é uma coisa tão importante, que quem devia bater é o presidente do clube".

LIVRO ESCRITO POR PEDRO ZAMORA.


BY: DIEGO OLIVEIRA!!!